Desigualdade persiste - 10/03/2010 10:00
Fazer uma política diferente - Para a deputada Professora Raquel Teixeira (GO), ainda é preciso percorrer um vasto caminho para que as mulheres se destaquem mais na sociedade. Segundo a tucana, no século passado as universidades e o mercado de trabalho se abriram para elas, mas os poderes financeiro e político continuam concentrados nos homens. "Na Câmara, as mulheres só representam 8% do total. Temos que avançar na conquista de cargos políticos e ter consciência de que temos preparo para isso", defendeu.
A tucana citou Ruth Cardoso, morta em junho de 2008, como exemplo de mulher que fez uma política diferenciada e Zilda Arns como exemplo de mulher. "Elas mostraram que liderança, carisma e competência técnica pode ser uma amostra do que a sociedade organizada pode fazer. Temos a confiança de que, seja em cargos parlamentares ou executivos, as mulheres estão preparadas para ter mais destaque na vida pública", apontou Raquel.
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Lúcia Vânia Marisa Serrano Professora Raquel Teixeira Rita Camata
Mensagem - 08/03/2010 11:08
Vendo o dia nascer com esperança
Não se faz de vítima nem fica abatida Olha sempre para frente sem medo da vida
Protege sua família todos os dias
Meu abraço afetuoso a todas as mulheres neste dia 8 de março de 2010
Raquel Teixeira
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Mulher Raquel Teixeira
Nova direção - 03/03/2010 22:58
Escolhida na quarta (3) presidente da Comissão de Turismo e Desporto, a deputada Professora Raquel Teixeira (GO) ressaltou a importância do colegiado, principalmente diante dos dois grandes eventos esportivos que serão sediados pelo país nos próximos anos: a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Diante do enorme desafio trazido por esses dois acontecimentos, a tucana pretende promover múltiplas ações na comissão ao longo do ano.

Preparativos - Na avaliação da tucana, é preciso iniciar logo as preparações para os jogos. "Esses eventos terão impacto direto no turismo. Por isso, é preciso iniciar imediatamente a discussão sobre a infraestrutura e a formação de profissionais do setor turístico e de jovens atletas", ressaltou. De acordo com ela, é preciso preparar todos os envolvidos - como atletas e prestadores de serviço - e adotar ações para evitar problemas que podem ocorrer em eventos desse porte, como a prostituição infantil.
Raquel pretende apresentar, na próxima semana, um planejamento com uma "agenda ambiciosa". A parlamentar informou que analisará os projetos em tramitação para definir os próximos passos. "Existem projetos relacionados, por exemplo, a repasse de recursos e ao acompanhamento da Copa, entre outros. Farei um levantamento para detectar o que ainda não está coberto e o que precisa ser encaminhado", ressaltou.
O 1º vice-presidente do Senado, Marconi Perillo (GO), fez questão de prestigiar a eleição de Raquel, que, segundo ele, fará uma gestão absolutamente ética, competente e dinâmica. "É uma deputada preparada, inteligente, experiente e culta que certamente vai colaborar muito com o desporto e o turismo no Brasil. No Senado, estaremos à disposição da deputada", apontou.
O deputado Otavio Leite (RJ) também comemorou a escolha da deputada e disse que essa é uma área de fundamental importância para o país. "Espero que consigamos ainda neste semestre oferecer ao Brasil algumas medidas que certamente serão muito importantes para o desenvolvimento do turismo", ressaltou.
Titular e ex-presidente da comissão, o deputado Albano Franco (SE) afirmou que a parlamentar goiana tem todas as condições para comandar o colegiado. Silvio Torres (SP), também integrante do colegiado, lembra que esse colegiado trata de dois importantes temas nacionais: o esporte e o turismo, que, na sua avaliação, são fundamentais para o desenvolvimento do país.
"O Brasil precisa fazer muito nessas áreas. Em relação ao esporte, é preciso ser trabalhado desde a infância, ainda nas escolas. É lá que temos a oportunidade de revelar as vocações e transformar as crianças em atletas de alto rendimento. Precisamos de uma política nacional nesse sentido e a deputada tem todas as condições para comandar esse processo", afirmou Torres. (Diário Tucano-Reportagem: Letícia Bogéa/ Foto: Eduardo Lacerda)
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Albano Franco, Marconi Perillo, Otavio Leite, Professora Raquel Teixeira, Silvio Torres
Saudade - 02/03/2010 17:10
Todos Pela Educação

Na foto, durante lançamento do movimento Todos Pela Educação, José Mindlin entre algumas das Fundadoras Milú Villela, Raquel Teixeira e Maria do Pilar Lacerda
No dia 6 de setembro de 2006, numa manhã muito fria, aos 91 anos, José Mindlin fez questão de comparecer ao lançamento oficial do movimento Todos Pela Educação no Museu do Ipiranga, em São Paulo, para transmitir seu apoio e entusiasmo. Estava com uma disposição que fazia jus à sua eterna marca: "Eu não faço nada sem alegria". O Todos Pela Educação é um movimento da sociedade civil, apartidário, que reúne lideranças sociais, educadores, gestores públicos e representantes da iniciativa privada, com o objetivo de ajudar o Brasil a garantir Educação pública de qualidade para todas as crianças e jovens. José Mindlin foi notoriamente reconhecido pelo seu amor aos livros e sempre idealizou que o Brasil se tornasse um país de leitores.
Fonte: www.todospelaeducacao.org.br
PS: A deputada Professora Raquel Teixeira é uma das fundadoras e integra o Comitê Técnico do movimento.
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José Mindlin Todos Pela Educação Milu Villela Raquel Teixeira
Goiás - 19/02/2010 17:46
Ao participar da abertura dos trabalhos da Assembléia Legislativa neste quinta,18, senador diz que fará um debate propositivo nas eleições deste ano. “Não vamos ficar com a lanterna na popa”, disse Marconi, ao garantir que toda vez que sofrer algum ataque de adversário vai procurar a via judicial. “Muitas vezes o debate democrático se resvala para a vala comum, para a injustiça e até mesmo a leviandade”.
Marconi lamentou o que chamou de "debate leviano", que segundo ele não é bom para ninguém. "Vamos trabalhar para que os interesses da sociedade possam ter maior importância do que o debate pequeno, a baixaria", disse.
Em relação a uma possível entrega de cargos ao governo pelo PSDB, Marconi disse que esse é um assunto que diz respeito ao governo do Estado e não propriamente ao partido. Em relação à CPI do Déficit, Marconi reafirmou que o partido vai apoiar a investigação. "O que nós queremos é buscar a verdade", assinalou Marconi, enfatizando que os nazistas inventavam mentiras, repetiam mil vezes, para fazer delas uma verdade. "O que existe é um déficit de lealdade, de gratidão e de competência. Existe superávit de propina, de perseguição", assinalou o senador, enfatizando que o PSDB quer a CPI para que "essa mentira, repetida mil vezes, seja definitivamente esclarecida aos goianos".
Fonte: Assessoria do senador.
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Voto feminino - 19/02/2010 10:49
As mulheres têm uma sensibilidade extraordinária, especialmente quando se trata de eleições. A pesquisa do IBOPE mostra que a Dilma não passa confiança ao público feminino. Em todos os cenários, Serra tem a preferência da mulher brasileira. No cenário sem Ciro Gomes, vejam o resultado:
- José Serra: 41% Masculino e 41% feminino
- Dilma Rousseff: 32% Masculino e 24% feminino
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Voto feminino Serra Dilma
Eleição presidencial - 18/02/2010 10:42
O Jornal dos Economistas do Rio de Janeiro perguntou ao professor Claudio Salm (IE-UFRJ): "Frente a possível disputa presidencial entre Dilma e Serra, quais os caminhos do Estado, da política econômica e de distribuição de rendas no Brasil, caso um desses dois candidatos venha a presidir o país? Haveria diferenças?" Vale a pena ler a resposta de Salm. Ele não é porta-voz, claro, mas sabe o que Serra fez e como pensa. Resposta de Claudio Salm (IE-UFRJ):
Não dispomos ainda dos programas de governo para confrontar. Serra não se pronunciou sobre quais serão as suas prioridades. Dilma tampouco. Não que programas de governo sejam sempre decisivos - veja-se a distância entre o programa e o governo do PT. Mas seria um ponto de partida para responder às perguntas formuladas. Qualquer resposta, por enquanto, terá que ser fortemente especulativa.
Vou aceitar a provocação do presidente Lula e responder na base do "quem sou eu e quem és tu". Para poupar o esforço dos que iriam com sofreguidão ao Google em busca de algo que pudesse revelar quais seriam as minhas "verdadeiras intenções", declaro desde logo que sou eleitor do Serra.
Do ponto de vista programático não cabe pensar em Serra como reedição de FHC, dado que existem diferenças expressivas entre eles. Já o mesmo não pode ser dito de Dilma em relação a Lula. Tutelada por ele, Dilma irá prometer fazer "mais do mesmo". Sublinho, irá prometer. O problema é que será muito difícil cumprir.
A trajetória seguida até aqui leva inexoravelmente, e em curto prazo, a problemas que, se não forem atacados prioritariamente, irão nos colocar em situação bem delicada. Refiro-me às bombas já instaladas nas contas fiscais e nas contas externas. Esta última deverá explodir logo. Caminhamos para um déficit em Conta Corrente que em 2011 poderá ser da ordem de 5% do PIB! Para evitar o aumento do peso relativo da dívida pública, será preciso manter elevadas taxas de crescimento do PIB, o que será impossível face à reduzida taxa de investimento, especialmente a do investimento público federal, da qual depende a superação dos nossos gargalos em infraestrutura.
Sem mostrar como enfrentar os problemas mencionados, será mera tagarelice apenas declarar a intenção de promover o crescimento com distribuição de renda, respeito ao meio-ambiente e com o fortalecimento da soberania e da defesa nacional.
Quanto à política macroeconômica, quem tem insistido mais na denúncia da perversidade da nossa combinação juros & câmbio? Eu nunca ouvi uma palavra de Dilma a respeito. Qual dos dois, como presidente, teria melhores condições para romper com os juros altos e o dólar barato? Seria Serra, sem dúvida, que, além de saber economia, não tem, como Dilma, o compromisso de indicar o presidente do BACEN que mais agrade aos bancos. Somente para efeito de raciocínio: se apenas algo como a metade do que se gasta com juros da dívida pública fosse transferido aos 30% mais pobres, o Brasil acabaria com a pobreza e teria uma distribuição de renda das mais "normais".
Lula é unanimidade em Davos, não em Porto Alegre. Tornou-se o darling do capital financeiro e não é pra menos. O Brasil é considerado hoje um porto seguro para o capital especulativo, verdadeira casa da mãe Joana.
Serra não deixa dúvida quanto ao que pensa sobre o papel do Estado. Nunca comprou o mito neoliberal do estado mínimo, ao contrário, a expressão "ativismo governamental" já é um refrão associado a ele. Basta ver a engenhosidade com que promoveu o investimento público em São Paulo, e fez isso nas difíceis condições da crise recente, sujeito às limitações legais que mesmo em tempos normais dificultam o investimento público estadual, mas não o da União. O mesmo deve ser dito em relação às políticas sociais. O "ativismo governamental" de Serra, em São Paulo, na Saúde e na Educação técnica e tecnológica, é marcante.
É verdade que nos governos FHC, o BNDES foi levado a destinar grande parte de seus financiamentos para a privatização. Mas esse desvio jamais contou com o entusiasmo de Serra, que elogiou de público o desempenho de Luciano Coutinho à frente do banco. Outro exemplo importante a ser lembrado foi a não rejeição de Serra à idéia da criação de uma empresa estatal para gerir o Pré-Sal. Só por ignorância ou má fé alguém poderia atribuir a Serra uma postura privatista dogmática.
Utilizar os enormes investimentos da Petrobrás para fazer política industrial e desenvolver nossa petroquímica, nossa indústria naval, é algo que faz parte do bê-á-bá da cartilha de Serra. Isso, no entanto, não significa que iria permitir a construção aqui de plataformas com custos incrivelmente maiores que as importadas e com índices de nacionalização fajutos, só pra inglês ver, como vem sendo feito.
No enfrentamento dos nossos grandes desafios energéticos, embora Serra seja um entusiasta da hidroeletricidade, trataria com muito mais cuidado os impactos ambientais das construções das usinas de grande porte com seus lagos podres. Dilma sempre demonstrou descaso pelas questões ambientais. As audiências públicas promovidas para ouvir as populações afetadas pela construção de Belo Monte, no Xingu, foram pro forma.
Infelizmente, será necessário repetir sempre que Serra não irá promover qualquer retrocesso no Bolsa Família que ele entende ser um bom instrumento de combate à pobreza, cujas raízes vêm do governo FHC. Mas, quanto à distribuição de renda, irá propor também outros mecanismos, entre os quais uma reforma fiscal que torne a arrecadação menos onerosa para os mais pobres, tal como é feito nos países desenvolvidos. Lula não demonstrou qualquer empenho nesse sentido.
No plano político, nessa eleição vai-se tentar explorar a "síndrome do Flamengo", ou seja, a identificação ideológica do eleitorado de esquerda, ou mais à esquerda, com a candidatura Dilma. Mas não vai pegar. Não seria possível fazê-lo a partir das biografias de cada um nem, muito menos, a partir de alianças e apoios. Dilma conta com o apoio de Sarney e de Collor e, se puder, deverá ter o Meirelles como vice, como tudo indica ser o desejo de Lula. E dos banqueiros.
A força de Dilma é o "Lulismo", não o PT. O "Lulismo", por sua vez, como tão bem nos explicou o André Singer, assenta-se principalmente no segmento mais pobre e desorganizado da sociedade e cujo maior anseio é a ordem imposta de cima. Uma postura de "direita". Essa liga - banqueiros com o "subproletariado", para usar o termo de Singer - é, conceitual e historicamente, a base do fascismo. Aguardo análises de cientistas políticos que mostrem que aqui é diferente. O sindicalismo petista irá se mobilizar contra o Serra. E daí? Sindicatos e confederações cujos dirigentes aboletaram-se em cargos públicos? Ou, até mesmo em cargos de órgãos patronais, como o SESI? Não é, pois, na dimensão ideológica que eu poderia encontrar qualquer motivação para preferir Dilma a Serra, muito pelo contrário.
Se levarmos em conta a biografia, o currículo, a experiência, em minha opinião Serra dá de dez a zero na Dilma, tanto como líder político quanto como administrador público. Trata-se de comparar lucidez, conhecimento, capacidade executiva e de iniciativa, seja como parlamentar, seja como ministro, prefeito ou governador. Serra não precisa passar por nenhum treinamento e dispensa personal marqueteiros.
Serra mostrou criatividade no levantamento de recursos para investimentos em São Paulo. Basta comparar o que Serra fez nessa matéria com a mediocridade do investimento federal. Ou com o que fez como ministro da Saúde em quatro anos, comparado aos oito anos do governo Lula. Qual a experiência executiva da Dilma? O PAC não passa de uma juntada de projetos fragmentados. E a experiência política? Serra foi o mais produtivo parlamentar do seu período, deputado e senador, além de lidar bem com vereadores e deputados estaduais, quando prefeito e governador, sem lotear os altos cargos da administração. E Dilma?
Com o fim da guerra fria e da União Soviética acabou o mundo bipolar. Surgiram novos centros de poder e o Brasil é um deles, o que exige, ademais de dotar nossas forças armadas de efetivo poder dissuasório, aproximação e diálogo com outros centros emergentes de poder regional como é o caso do Irã, a maior potência do Oriente Médio. É compreensível, mas não justifica termos recebido com pompa e circunstância o títere da teocracia obscurantista iraniana. Serra jamais teria permitido que o País passasse pelo constrangimento daquela visita, qualificada por ele como "indesejável".
Fonte: Claudio Salm, Jornal dos Economistas, RJ, nº 246, 17/02/10
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Serra Dilma
Salário mínimo - 12/02/2010 14:34
Vamos comparar? Gostei dessa comparção entre o FHC e Lula fizeram pelo salário-mínimo.FHC ganha de goleada: 8 x 1. Clique no link abaixo e veja por quê.
http://www.eagora.org.br/arquivo/comparacao-sem-truque-salario-minimo/
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Salário Mínimo FHC Lula
Oposição - 26/01/2010 08:38
Já se delineia com nitidez a estratégia eleitoral petista visando as eleições de outubro: nenhum pudor, muita mentira e os dentes feios do terrorismo à mostra. Na campanha de Dilma Rousseff tudo será permitido, inclusive inaugurar obras feitas por tucanos, usinas que já funcionam, inflacionar valores de investimentos públicos e encher comícios oferecendo comida. Ah, também vale anunciar obra que não existe. E quem ousar fazer críticas será tido como inimigo do desenvolvimento e defensor da paralisia do país. O modelo de campanha foi testado na viagem que a ministra fez a Minas na semana passada. PAC assim ninguém quer. Leia mais neste endereço:http://pautaemponto.blogspot.com/
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PAC
Artigo - 20/12/2009 17:59
Aos 20 de maio de 1918, na pequenina cidade de Monte Alegre de Minas, nasceu a quarta dos seis filhos de Izoleta e Vittorio Alessandri. Miudinha, de temperamento forte, Maria Antonieta às vezes fazia meu avô sair de casa e caminhar por um tempo, até passar a raiva, para não bater naquela filha que às vezes o tirava do sério. Aos 12 anos mudou-se para Uberlândia para fazer o Curso Normal. Aos 20, foi para Belo Horizonte fazer o curso superior. Meu avô resistiu à idéia da filha sozinha, tão jovem, em BH, com todos os riscos de uma grande cidade. "Pode virar prostituta", prognosticou, ameaçadoramente, quando viu a resistência de minha mãe e de minha avó, sua aliada na causa. "Se virar, não será a primeira nem a última", respondeu tranquilamente minha avó que, claro, conhecia a filha que tinha e os valores que Ihe ensinara.
Foi lá que ela conheceu o grande amor da sua vida. Clovis Figueiredo viera do sul de Minas para estudar Medicina na capital. Foi um amor tão fulminante que em pouco tempo, ela, que era noiva de outro, desmanchou o noivado para casar-se com o jovem médico. Resolveram começar a vida em Goiânia, cidade recém-fundada por Pedro Ludovico. Era o início da década de 40 e os sonhos povoavam as mentes e os corações do jovem casal, que teve quatro filhos: eu, Clovis, Eurípedes e Marcus. Depois vieram os oito netos e os cinco bisnetos.
Mas não foi só na família biológica que minha mãe atuou. Sua casa era abrigo para jovens, sobrinhos ou não, de Monte Alegre ou Boa Esperança, que queriam estudar em Goiânia e precisavam de uma casa. E também não foi só na sua casa que ela acolheu pessoas. Minha mãe dedicou sua vida à causa solidária e fraterna de acolher pessoas seja nas suas necessidades físicas, psicológicas ou espirituais. Participou da vida de muitos em momentos de comemoração como casamentos, abençoando os noivos com sua poesia das alianças, ou ajudou na despedida de entes queridos que na mudança de plano espiritual deixam os corações dos que ficam repletos de saudade. Com sua fé inabalável na continuidade da vida, ela foi um ponto de equilíbrio em momentos difíceis da vida de muitas pessoas. E as obras... o Instituto Educacional Emmanuel, a Escola Reunida Tenda do Caminho, o pré-escolar Humberto de Campos e o Bezerra de Menezes, a Escola e Lar de Matilde, a Obra do Berço, a Livraria Castro Alves, o Solar Colombino Augusto de Bastos, o Grupo de Orientação Familiar, a Casa da Pequena Costureira... enfim... quantas pessoas puderam ser atendidas em suas dificuldades pela dedicação de pessoas como minha mãe, que acreditam que "a fé sem obras é morta".
É claro que ninguém faz nada sozinho. Minha mãe foi colaboradora de uma obra grandiosa traçada na espiritualidade, que contou com a dedicação de centenas de outras pessoas que a falta de espaço me impede de citar sem ser injusta. Mas não há dúvida de que seu apoio primeiro e maior, sua força e seu amparo nesta vida, vieram do meu pai. Ele criava as condições para que ela se realizasse. Era "provedor" em seu sentido clássico, para que ela pudesse dedicar seu tempo aos estudos, às viagens que ampliam o entendimento do mundo, e às ações sociais e religiosas que caracterizaram sua vida.
E como ninguém, ela usou seu tempo para aprender e para ensinar. Foi ela quem me ensinou, por exemplo, que "só a educação baseada no Evangelho de Jesus poderá salvar a humanidade". Foi ela quem me ensinou, inspirada em Rohden, com quem teve uma interação profícua, que conhecer fatos externos torna o homem erudito, mas a realização de valores internos toma o homem bom; e só o homem verdadeiramente bom é um homem feliz. E ela tem buscado ser boa. E ser feliz.
Completar 90 anos é uma vitória em qualquer circunstância. Mas completar 90 anos com saúde, alegria e uma vida plena de realizações, não é para qualquer um. É para quem merece. Para quem conquista.
No mês das Mães, minha homenagem e meu amor são para os 90 anos de minha mãe. Que Deus a abençoe hoje e sempre!
Artigo publicado no Diário da Manhã no aniversário de 90 anos Dona Antonieta, em maio de 2008
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D. Antonieta Raquel Teixeira
Balanço - 19/12/2009 17:42
O balanço de 2009 na comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática foi positivo. Foram 929 proposições apreciadas, 862 processos de rádio e televisão e 63 projetos de lei, fora os 20 debates sobre os temas que englobam o nome da comissão. Isso sem contar com a forte defesa pela expansão da banda larga para todo o país, de ponta a ponta, e a aprovação da nova regulamentação para o mercado de TV a cabo.
Acredito que se o Brasil conseguir implantar o serviço de internet rápida, de forma gratuita ou com preços acessíveis dependendo de cada caso, teremos uma maior inclusão social das comunidades mais carentes, além de servir como fonte para o estudo, o trabalho, a cultura e a diversão, que deveria ser de direito de toda a sociedade, independente da classe social.
Só 17% das casas brasileiras têm banda larga, contra 60% nos EUA e 95% na Correia do Sul. Segundo o IBGE, são 65% de brasileiros sem acesso regular à internet. O Governo realmente deve dar atenção à expansão da banda larga, como vem prometendo, mas antes de sair espalhando o acesso pelos municípios brasileiros, é preciso se certificar que ele será de qualidade, como por exemplo, a velocidade e a infraestrutura, pois a que existe no Brasil é extremamente lenta, apesar de ser chamada de rápida, se comparada com outros países, e diminuir os tributos do setor.
Já no segmento de TV a cabo, aprovamos um projeto de lei que cria novas regras para o mercado, em que as empresas de telefonia passam a poder oferecer o serviço, aumentando a oferta de produtos e serviços, com mais qualidade e com preços mais baratos, uma vez que a concorrência é maior para as empresas. Com isso também veremos a infraestrutura de telecomunicações melhorar.
O projeto também incentiva a produção de conteúdo nacional, fomenta a produção de todas as regiões do país e concentrar as regras do setor - para a produção, programação e distribuição de conteúdo audiovisual pago -, que possui diferentes regulamentos.
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C&T Banda Larga
Homenagem - 18/12/2009 18:15
Todos que conheceram Maria Antonieta Alessandri ou puderam receber sua influência benéfica sabem que sua passagem pela vida foi de muita luz. Comovidos pelas inúmeras homenagens e manifestações de carinho e solidariedade recebidas pelo falecimento da sua amada irmã, mãe, sogra avó, bisavó e companheira de ideal, Silvia e Vitório Alessandri, irmãos; Raquel Teixeira, Eurípedes Figueiredo Alessandri, Clóvis Figueiredo Alessandri, Marcus Figueiredo Alessandri, filhos; Alládio Júnior, Mariella e Marta, genro e noras; os netos, bisnetos e demais familiares; os amigos e companheiros de ideal espírita externam os mais profundos agradecimentos e convidam para a prece em sua memória que será realizada na Irradiação Espírita Cristã (Rua 201, Nº 232, Vila Nova) no próximo domingo, 20 de dezembro, às 19 horas.
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D. Antonieta
O Popular - 16/12/2009 13:59
Fundadora da irradiação espírita cristã em Goiás, Maria Antonieta Alessandri morreu de enfarte, aos 91 anos, e foi sepultada ontem. Por Patrícia Drummond
Foi sepultado ontem, no Cemitério Jardim das Palmeiras, o corpo de Maria Antonieta Alessandri, mãe da deputada federal Raquel Teixeira (PSDB) e fundadora da Irradiação Espírita Cristã de Goiás. Dona Antonieta - como era conhecida - morreu no fim da noite de segunda-feira, aos 91 anos, vítima de um enfarte. Durante o dia, ela participou de um almoço de confraternização da comunidade espírita com o governador Alcides Rodrigues, no Palácio das Esmeraldas, onde mostrou-se bastante alegre e comunicativa, conforme disseram amigos e familiares.
"Ela parecia estar se despedindo de todos e de cada um, já que estávamos todos reunidos", comentou o escritor Emídio Brasileiro, membro da Academia Espírita de Letras. "Dona Antonieta é insubstituível. No movimento espírita, em Goiás, há dois momentos: antes dela e depois dela".
No domingo, dia 6, Maria Antonieta Alessandri tinha recebido homenagem, junto com a irmã, Sílvia, de 90 anos, na sede da Irradiação Espírita, durante o Natal Integrado das Obras Assistenciais da instituição, que fundou ao lado de Sílvia e de um grupo de amigos idealistas. A Irradiação surgiu como Centro Espiritualista Eclético Tenda do Caminho e foi rebatizada por Chico Xavier.
Pedagoga e filósofa por formação, desde a juventude Dona Antonieta dedicava-se a obras de promoção social. De origem mineira, de Monte Alegre, mudou-se para Goiânia em 1945, após casar-se com o médico cardiologista Clóvis Figueiredo. Por aqui, deixou uma imensa obra filantrópica e educacional, que inclui, entre outros, a Creche Dorothéa Ribeiro Guimarães, a Escola Espírita Tenda do Caminho, o Pré-Escolar Bezerra de Menezes, o Pré-Escolar Humberto de Campos, o Instituto Educacional Emmanuel, o Solar Colombino Augusto de Bastos e a Casa da Pequena Costureira. "Fisicamente, não teremos mais convivência diária, as orientações e orações, mas sabemos que, porque ninguém morre, o mundo espiritual ganha com a presença de Dona Antonieta, um exemplo de pessoa, honrosa, incansável e trabalhadora", exaltou o presidente da Irradiação Espírita Cristã, Durval Bernardes de Souza. Além dos amigos e dos companheiros, estiveram presentes ao velório de Maria Antonieta o governador Alcides Rodrigues e o vice Ademir Menezes; o prefeito Iris Rezende; os senadores Marconi Perillo e Lúcia Vânia; deputados federais e estaduais de diversos partidos; secretários estaduais e municipais de governo; lideranças partidárias; os reitores da Universidade Federal (UFG), Edward Madureira, e da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO), Wolmir Amado, além de professores ligados às duas instituições de ensino. Também participou do momento de oração, antes do sepultamento, o padre Robson Oliveira, reitor da Basílica de Trindade.
Dona Antonieta era viúva. Deixou cinco filhos: Raquel Teixeira; Eurípedes Figueiredo Alessandri, médico oftalmologista; Clóvis Figueiredo Alessandri, professor do Conservatório de Música de Colônia, na Alemanha; e Marcus Figueiredo Alessandri, terapeuta. Em 2008 por ocasião dos 70 anos do POPULAR, ela foi entrevistada para um caderno especial, por ser a assinante número dois do jornal. ( Patrícia Drummond)
Publicado no Jornal o Popular- 16/12/2009
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D. Antonieta
PEC 134-A/07 - 09/12/2009 21:25
Gilberto Nascimento- Agência Câmara

Deputada Professora Raquel Teixeira
A Professora Raquel Teixeira foi designada relatora na Comissão Especial encarregada de proferir parecer à PEC A comissão foi instalada na Câmara dos Deputados nesta quarta, 9/12/2009. A PEC 134-4/07, de autoria do Deputado Alcenir Guerra, foi considerada por membros da Comissão como de primordial importância para uma melhoria efetiva da educação em nosso país.
Foi o presidente eleito, deputado Nilson Mourão (PT-AC), que designou a deputada Professora Raquel Teixeira (PSDB - GO) como relatora da proposição. Durante o ato de posse, a deputada Raquel Teixeira destacou o grande desafio que é promover qualidade na educação. Para ela, somente quando integrarmos ações diversas seremos capazes de mudar a qualidade do ensino nas escolas. Não basta melhorar, isoladamente, a infraestrutura das escolas, aprimorar o material didático ou incrementar o salário de professores. É impossível mudar o nível de nosso ensino se não pensarmos todas essas ações aliadas à extensão do tempo de permanência na escola. "O período de 4 horas por dia é absolutamente insuficiente", afirmou a professora Raquel.
A parlamentar tucana acredita que é possível estender o tempo atual sem construir mais salas de aula, até porque estão diminuindo o número de alunos matriculados. "Estão nascendo menos crianças em nosso país, essa é uma questão geracional. Também estamos conseguindo combater a repetência".
Como não podia deixar de ser, Raquel Teixeira encerrou sua fala externando seu desejo de atrelar a extensão do tempo a uma valorização profunda do professor. Ela lembrou que em Cuba e na Finlândia, países referência na área, os professores não só são muito bem pagos, como são muito valorizados socialmente. "É uma vergonha para o Brasil que o professor não receba o piso salarial a que tem direito."
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Tempo Integral Raquel Teixeira PEC 134-4/07
Clima - 08/12/2009 20:38
O Brasil chega com uma proposta vistosa à conferência do clima em Copenhague: promete reduzir suas emissões de gases de efeito estufa em até 39% até 2020. A fixação de um objetivo numérico pelo Brasil foi considerada importante para empurrar outros países a fazer o mesmo. A oposição brasileira pode se orgulhar de ter contribuído para isso: o governo federal só aceitou fixar uma meta nacional depois que o governo de São Paulo definiu em lei que, no estado, as emissões terão de ser reduzidas em 20% até 2020.
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Clima Copenhague Oposição
CNI/Ibope - 07/12/2009 20:35
Pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta segunda-feira,7/12, mostra que o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), lidera a corrida pela Presidência em 2010. O tucano recebeu 38% das intenções de voto em novembro. A pesquisa também mostra a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), pré-candidata do PT ao Palácio do Planalto, se consolidando em segundo lugar na disputa. Na pesquisa anterior, em setembro, Dilma estava empatada tecnicamente com o deputado Ciro Gomes (PSB-CE), pré-candidato do PSB à Presidência. Agora, Dilma recebeu 17% das intenções de voto, enquanto Ciro recebeu 13% --numa vantagem da petista sobre o candidato do PSB. A senadora Marina Silva (PT-AC) aparece em quarto lugar na disputa, com 6% dos votos em novembro. Os votos brancos, nulos e os eleitores que não responderam somam 25%.
Na edição anterior da CNI/Ibope, Serra estava em primeiro lugar com 35% das intenções de voto, seguido por Dilma e Ciro, com 15% e 17% dos votos, e Marina em quarto lugar, com 8% das intenções de voto.
Em outro cenário, no qual Serra é substituído pelo governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), Ciro venceria a disputa com 26% dos votos. Dilma aparece em segundo lugar, com 18% das intenções de votos, seguida por Aécio, com 14%. A senadora Marina Silva recebeu 9% das intenções de voto. Os brancos, nulos e os eleitores que não responderam somam 32%.
A pesquisa ouviu 2.002 pessoas entre os dias 26 e 30 de novembro em 143 municípios do país. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com grau de confiança de 95%.
(*Assessoria de Imprensa com informações da Folha Online)
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Pesquisa Serra Ibope CNI PSDB
Oposição - 02/12/2009 18:25
Enquanto o mercado financeiro vive inebriado com recordes na bolsa, a economia real vai expondo suas fragilidades. A balança comercial brasileira registrou, em outubro, o segundo pior resultado do ano. Não se trata apenas de mau desempenho passageiro: desde o início dos anos 80, as exportações de manufaturados, os itens de maior valor agregado, não estavam tão ruins. O efeito sobre a economia é direto: quanto mais importa, menos o país produz e emprega.
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Raquel Teixeira
Consciência negra - 20/11/2009 09:50
.... Fomos o último país a abolir a escravidão. E pior: o ato de 13 de maio de 1888 não foi seguido por ações concretas que pudessem proporcionar os instrumentos de libertação, principalmente na educação e nas oportunidades de trabalho. No dia da Consciência Negra podemos até destacar o aumento da representação da população negra em áreas como a política, as universidades e tribunais. Mesmo assim, na Câmara dos Deputados, por exemplo, o percentual de negros não chega a 5%. Tenho a convicção de que o sistema de cotas aplicado em faculdades públicas é uma das ferramentas que devem ser usadas na luta contra a redução das desigualdades e da exclusão social. O movimento negro tem em Zumbi dos Palmares um símbolo de muita força. Por isso, a data de hoje é muito mais significativa do que 13 de maio.
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Crise no governo - 12/11/2009 08:19
Embora ainda não se saibam as causas exatas do apagão que atingiu 12 estados e o Distrito Federal, resta claro que o sistema elétrico nacional tem problemas. É a maldita infraestrutura capenga que o governo Lula teima em ignorar. E as deficiências no setor elétrico são decorrência direta da forma como o sistema vem sendo gerido nos últimos anos, desde que passou a conviver como o modelo implantado por Dilma Rousseff em 2004.
Leia mais neste endereço:http://pautaemponto.blogspot..com/
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ITV - 10/11/2009 18:32
Buscando se fortalecer no Nordeste, o PSDB oferece cursos nos estados da região. A meta é formar 4.500 multiplicadores para a campanha presidencial do ano que vem e a previsão de investimento é de R$ 450 mil para a ação.
Ao todo serão 45 cursos no Nordeste, promovidos pelo Instituto Teotonio Vilela e com a coordenação de um cientista político e um consultor de marketing. O treinamento terá duas partes, uma voltada para política e a outra para marketing, que vão ensinar técnica de abordagem e de persuasão. O módulo ainda conta com as biografias de José Serra e Aécio Neves. O primeiro acontece no dia 14, em Salvador.
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